Nesta sexta-feira (7), a influenciadora Maíra Cardi foi condenada a 9 meses de prisão em processo de calúnia, injúria e difamação movido pelo nutrólogo Bruno Cosme Araújo de Oliveira. O processo se deu início quando Maíra fez uma live em suas redes sociais incentivando um jejum de cinco dias, foi criticada pelo médico e respondeu com xingamentos.
De acordo com o g1, a Justiça autorizou que Maíra substitua a detenção por uma indenização de R$ 24 mil em favor do médico. Maíra também deverá pagar uma multa de 30 salários mínimos. O nutrólogo além da queixa-crime, fez uma denúncia no Tribunal de Justiça da Paraíba, pedindo reparação pelos danos morais. Na época do ocorrido, Bruno afirmou que Maíra estava sendo irresponsável ao incentivar seus seguidores a fazerem jejum intermitente sem acompanhamento médico.
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“Eu já vi muita barbaridade nas redes sociais, mas essa superou todas. Quanta irresponsabilidade, senhora. Fico impressionado com o quanto as pessoas dão audiência para essas insanidades. Uma pessoa com 6 milhões de seguidores influencia um monte de gente a fazer um jejum de cinco dias? Que desserviço. Jamais façam qualquer tipo de jejum sem orientação médica, e um jejum de cinco dias com nenhum tipo de orientação”, escreveu ele em um post.
Maíra Cardi rebateu a publicação de Bruno, dando uma resposta afiada. “Um doutor de merd#, chamado Bruno alguma coisa, falando mal do jejum e falando merd# ainda. Ô, fulano, você tem que se aprofundar melhor. A gente fez uma live de uma hora e meia, com um profissional que estuda de verdade, não é igual a você, que fica aí sentado atrás querendo ganhar like e não estuda cac#te nenhum”. Logo após isso, o médico acionou o Tribunal de Justiça de São Paulo.


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